Adaptação dos novos alunos

No Nobel, o período de adaptação dos novos alunos também é feito pelos alunos mais antigos. Eles acompanham os novos alunos, mostram a estrutura da escola, auxiliam nos trabalhos  e apresentam novos amigos.

No Nobel, o período de adaptação dos novos alunos também é feito pelos alunos mais antigos. Eles acompanham, mostram a estrutura da escola, auxiliam nos trabalhos e apresentam novos amigos. Em 2016, por exemplo, mais de 200 novos alunos chegaram e não foi registrado nenhum problema com a adaptação.

Durante a infância e a adolescência, as crianças passam por várias transformações. Algumas podem ser encaradas facilmente, outras precisam de mais compreensão e apoio por parte dos adultos. Sempre com o intuito de receber bem os novos alunos, o Colégio Nobel se preocupa com o acolhimento e adaptação dos estudantes. Tudo para que a escola se torne rapidamente uma segunda casa, um ambiente favorável para a aprendizagem e o desenvolvimento.

“A escola precisa ser um bom lugar, em que o aluno se sinta confortável para aprender e participar de maneira ativa das aulas. Um local saudável e familiar favorece o desenvolvimento e o aprendizado dos estudantes”, explica a assistente de coordenação Jacilene Andrade.

Os grupos de professores e funcionários estão sempre disponíveis para acolher e auxiliar na adaptação dos novos alunos. “Outro grupo que é muito importante neste momento são os alunos Nobel que já estão há mais tempo no colégio. Eles nos ajudam muito nessa tarefa. As turmas ficam na expectativa para acolher quem chega”, informa a assistente de coordenação.

Karina Montanher Rosalem, cicerone da Michele Klim e, na primeira foto, Yasmin Kaminagakura Pena, cicerone da Giulia Chiara

Karina Montanher Rosalem, cicerone da Michele Klim e, na primeira foto, Yasmin Kaminagakura Pena, cicerone da Giulia Chiara

Até o 5º ano, o Projeto Cicerone facilita a integração dos novatos ao ambiente. Assim que um novo aluno ingressa no colégio, outro estudante, que já é aluno há alguns anos, é encarregado de apresentar e ambientalizar o novo colega no dia a dia da escola. “Ele auxilia dentro de sala de aula, sentando próximo ao novo amigo e também durante os intervalos, apresentando a estrutura, acompanhando o colega em todos os momentos”, detalha Jacilene.

De tempos em tempos, esse aluno que ajudou no processo de adaptação do novo aluno tem a responsabilidade de informar à equipe pedagógica como está a adaptação do colega. “Também fazemos um diagnóstico sobre a satisfação do aluno para compreender todas as suas facilidades e dificuldades. Tudo para que tenhamos a certeza de que ele foi bem recebido na escola”, diz a assistente.

A partir do 6º ano, ao invés de ser escolhido um aluno, o processo de adaptação dos novos ingressantes é apoiado por um grupo de estudantes que assume o mesmo compromisso de auxiliar na integração do novo amigo.

Faço parte da família

Mudar de escola nem sempre pode ser muito agradável para os alunos. Imagine então mudar de País e ter a sua rotina completamente modificada. Foi o que aconteceu com Michele Keim, do 6º ano. A estudante é italiana e filha de uma brasileira que decidiu voltar ao Brasil para conviver com seus familiares. Depois de passar pela primeira escola brasileira, Michele e a mãe sentiram que gostariam de ter outras experiências e optaram pelo Colégio Nobel. “Aqui me sinto em casa. Na primeira aula, todos me receberam muito bem. Os professores também me ajudaram bastante no processo de adaptação e a coordenação deu todo o apoio de que precisei”, admite.

“Embora eu ainda sinta falta de tudo o que deixei na Itália, hoje estou super adaptada e tenho vários amigos. Sou muito feliz e me sinto parte da Família Nobel”, afirma Michele.

Para Giulia Chiara, do 8º ano, a procura de um melhor ensino e de novas experiências foi o que a trouxe para o Nobel. A integração se deu de maneira mais rápida do que ela previa. “Durante toda a minha vida estudei no mesmo colégio, convivia com meus amigos e professores há anos. Mas, rapidamente, eu consegui me adaptar, passei a gostar e aproveitar tudo o que a escola me oferece”, afirma.

Giulia explica que os primeiros amigos feitos no colégio foram fundamentais para que ela se inteirasse ao ambiente. “Além deles, o que também ajudou foram os professores, que são ótimos e muito gentis. Tenho amado minhas aulas. Os funcionários me recebem diariamente com um “bom dia” e sou super bem tratada. A forma de ensino e avaliação que eu encontrei aqui acabaram por atender as minhas expectativas. Com tudo isso, só posso dizer que eu já sou uma aluna Nobel”, admite.

E como é a adaptação dos novos alunos com o inglês?

A proposta de formar alunos bilíngues é intensa também quando se trata de estudantes transferidos de outros colégios. Para garantir o aprendizado e inclusão do aluno no ritmo da turma, são disponibilizadas aulas de nivelamento, que são indicadas de acordo com a necessidade de cada estudante, seja para a melhora do vocabulário, da fala ou da escrita. “Os pais dos novos alunos não precisam ter preocupação quanto a isso, pois o acompanhamento dos professores é intenso e favorece o desenvolvimento dos alunos” afirma a professora Norma Costa, coordenadora do Inglês no Nobel.