A proposta pedagógica do Colégio Nobel para a Educação Infantil e Ensino Fundamental é direcionada ao ensino do inglês e garante que os estudantes sejam fluentes no idioma.

Prof. Ery orienta o aluno Gabriel Spiguel de Vicentes, do 6º ano em exercício na lousa eletrônica

Prof. Ery orienta o aluno Gabriel Spiguel de Vicentes, do 6º ano em exercício na lousa eletrônica

O Colégio Nobel preocupa-se com a formação integral de seus alunos, capacitando-os para encarar e vencer os principais desafios da vida. Em um mundo cada mais globalizado e conectado, falar inglês é indispensável, como afirma a professora Norma Costa, coordenadora do ensino de língua inglesa.
Para garantir que os seus alunos sejam bilíngues, o Nobel investe na formação de professores, em uma maior carga horária de aulas de inglês, três vezes maior do que a indicada pelo Ministério da Educação, em infraestrutura e materiais de qualidade pedagógica.
“Apoiados em tudo isso, a nossa intenção é que os alunos aprendam a falar inglês assim como aprenderam o português, naturalmente e no dia-a-dia. Por isso, utilizamos a abordagem comunicativa, que faz a presença com o inglês ser tão natural no colégio, que até mesmo as mais simples identificações, como as das portas dos banheiros, estejam no idioma, assim como algumas mais elaboradas, como os convites de eventos que acontecem na escola”, explica a professora Norma.
Para a psicóloga Maria Carolina Socreppa, especialista em psicoterapia psicanalítica contemporânea, tornar-se bilíngue, ainda na infância, colabora muito para a plasticidade cerebral,uma vez que o indivíduo tem uma antecipação da consciência metalinguística, de maneira como a criança aprende que um objeto ou sentimento tem palavras diferentes para ser representado.
“Além de ela ter uma aceleramento no desenvolvimento da lógica e do raciocínio por ser estimulada de duas formas ao mesmo tempo, isso pode contribuir até mesmo para o raciocínio com cálculos. São muitas as vantagens de aprender dois idiomas ainda quando se é criança”, reforça.

Marcos Henrique Souza Bosco cumpriu todas as etapas e conquistou sua flâmula.

Marcos Henrique Souza Bosco cumpriu todas as etapas e conquistou sua flâmula.

Dentro da proposta do aprendizado da maneira mais natural possível, muitos são os projetos que acontecem no dia a dia. Para os pequenos, o querido mascote Monkey serve como estímulo para aprendizagem. “Como o animal só fala em inglês, então para os nossos alunos conseguirem conversar com eles, precisam fazer o uso do idioma. Em recompensa, o Monkey conversa e interage com eles, trazendo até balas de bananas como agradecimento pelo esforço dos estudantes em se comunicar com ele”, explica a coordenadora.
O sucesso e a aceitação do macaquinho é tamanha que o Nobel sentiu a necessidade em levar o mascote até os lares dos alunos. “Mais de 250 famílias possuem hoje um exemplar do Monkey em casa para divertir e estimular o aprendizado dos estudantes”, conta Norma.
Os mais velhos participam de diferentes outras iniciativas, como a premiação, por meio de botons, daqueles que se esforçam para utilizar apenas o inglês em sala de aula. “Quando chega ao 10º botom, o aluno recebe um certificado e uma flâmula, tipicamente americana, como em sinal de reconhecimento ao esforço dele em utilizar apenas o inglês para se comunicar, além de ser dispensado da prova oral, uma vez que ele já provou no, dia a dia, que está falando em inglês”, diz a professora coordenadora.

A aluna Valentina Ammari da Cruz, do 3º ano entra na sala de aula: Todos os objetos da escola estão identificados com seu correspondente em inglês. Na maçaneta, vê-se a inscrição “Doorknob”.

A aluna Valentina Ammari da Cruz, do 3º ano entra na sala de aula: Todos os objetos da escola estão identificados com seu correspondente em inglês. Na maçaneta, vê-se a inscrição “Doorknob”.

Do 6º ao 9º ano, a grade curricular tem três aulas de inglês por semana, em salas especiais e temáticas, equipadas com lousas multimídias que garantem a interação entre os alunos, professores e a língua. As turmas também são reduzidas durante as aulas, tudo para favorecer a aprendizagem. “Outro detalhe é que ,no início do ano, os professores de inglês podem falar até 20% da aula em português. Com o avançar dos meses, somente o inglês é permitido”, garante Norma.
A interdisciplinaridade também é uma das grandes preocupações da direção do Nobel. O projeto Plus favorece a união do inglês com as demais matérias escolares ao trabalhar, nos dois idiomas, os mais diversos conteúdos, como nas aulas de química e nas aulas de de geografia, abordando as características do continente africano.